Contenido principal del artículo

Cristina Faria
Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra
Portugal
Biografía
Núm. 12 (2017), Artículos, Páginas 191-204
DOI: https://doi.org/10.30827/dreh.v0i12.6789
Recibido: Jan 24, 2018 Aceptado: Jan 27, 2018 Publicado: Sep 14, 2017
Derechos de autor Cómo citar

Resumen

Ao contrário do que se possa pensar, a aprendizagem musical pode ser efetiva mesmo quando se verificam condições limitantes ligadas ao envelhecimento. O presente trabalho pretende, para além de relatar uma experiência, já com quatro anos, de ensino musical com um grupo de 22 indivíduos com uma média de idades de 71,5 anos, mostrar que a aprendizagem musical é eficaz, resultando numa mais-valia para a compreensão e utilização da linguagem musical em projetos de enriquecimento e desenvolvimento pessoal no envelhecimento. São discutidas as estratégias utilizadas bem como os respetivos resultados, tendo por base as premissas do envelhecimento ativo.

 

Descargas

La descarga de datos todavía no está disponible.

Detalles del artículo

Citas

Ansdell, G. (2010). Belonging through Musicing: Explorations of Musical Community. In B. Stige, G. Ansdell, C. Elefant & M. Pavlicevic (Eds.) Where Music Helps: Community Music Therapy in Action and Reflection. Surrey: Ashgate Publishing Company, pp. 41-62.

Flohr, J.; Hodges, D. (2002). Music and Neuroscience. In R. Colwell & C. Richardson (Eds). Second Handboock of Research on Music Teaching and Learning. New York: Oxford University Press, pp. 991-1008.

Governo de Portugal (2012). Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações: Programa de Ação, 2012/Portugal. Disponível em http://www.igfse.pt/upload/docs/2012/Programa%20A%C3%A7aoAnoEuropeu2012.pdf

Hargreaves, D. J.; MacDonald, R. & Miell, D. (2005). How do people communicate using music? In D. Miell, R. MacDonald & D. Hargreaves (Eds.), Musical Communication. Oxford: Oxford University Press, pp. 1-26.

Pascual-Leone, A. et al. (2005). The Plastic Human Brain Cortex. Annual Review of Neuroscience, 28, 377-401. Disponível em http://multisensory.ekmd.huji.ac.il/publications/Pascual-Leone_Amedi_et%20al%20Ann%20Rev%20Neurosci%2005.pdf

Ruud, E. (1985). Music as Communication – a Perspective from Semiotics and Communication Theory. In Even Ruud (Ed.), Music and Health. Oslo: Even Ruud, pp. 187-194.

Sacks, O. (2007). Musicophilia: Tales of Music and the Brain. New YorK: Vintage Books.

Sloboda, J. (2003). Music and development: introduction. Annals of The New York Academy of Sciences, 999. New York: The New York Academy of Sciences, pp.389-391.

Stige, B. (2010). Caring for Music: The Senior Choir in Sandane, Norway. In B. Stige, G. Ansdell, C. Elefant & M. Pavlicevic (Eds.), Where Music Helps: Community Music Therapy in Action and Reflection. Surrey: Ashgate Publishing Company, pp. 246-274.

Warren, J. (2008). How does the brain process music? Clinical Medicin, 8(1), 32-36. Disponível em http://www.clinmed.rcpjournal. org/content/8/1/32.full.pdf.

WHO (World Health Organization), (2002). Active Ageing: A Policy Framework. Disponível em http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/67215/1/WHO_NMH_NPH_02.8.pdf