O poder informal de uma rainha consorte

Maria Francisca Isabel (1646-1683)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.30827/cnova.v0i51.33974

Palabras clave:

Maria Francisca Isabel de Saboia, poder, Portugal, rainha, século XVII.

Resumen

O exercício do poder por parte das rainhas consortes tem vindo a ser equacionado um pouco por toda a Europa. A esse poder, quase sempre informal e menos documentado do que o dos monarcas reinantes, convencionou-se designar queenship ou, em português, reginalidade. É sob esta ótica que este artigo se desenvolve, analisando a situação da rainha Maria Francisca Isabel de Saboia, esposa de Afonso VI e de Pedro II. Ao longo da sua vida de consorte empenhou-se em matérias tão diferentes como o afastamento do valido do primeiro marido, o casamento da sua única filha, as segundas e terceiras núpcias do duque de Cadaval, a par de outras matérias de menor impacto.

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Publicado

2025-12-02

Cómo citar

Drumond Braga, I. (2025). O poder informal de uma rainha consorte: Maria Francisca Isabel (1646-1683). Chronica Nova. Revista De Historia Moderna De La Universidad De Granada, (51), 23–49. https://doi.org/10.30827/cnova.v0i51.33974