"Quien las traiga recibirá buenas albricias": mujeres esclavizadas, género y fugas de esclavas (São Paulo, 1828-1831)
DOI:
https://doi.org/10.30827/arenal.v33i1.32764Palabras clave:
Fuga. Mujeres esclavizadas. São Paulo. Siglo xix. Género. Anuncios en periódicos. Resistencia. Maternidad.Resumen
El objetivo de este ensayo es enumerar, presentar e interpretar episodios de fugas de esclavas en São Paulo entre 1828 y 1831, a partir de los periódicos O Farol Paulistano y O Observador Constitucional. Considerando las particularidades de la esclavitud femenina, se reflexiona sobre cómo la condición de mujer afectó a la acción de huir. A partir de las fuentes mencionadas, encontramos 24 mujeres esclavizadas que huyeron en estos años. De esta muestra inicial, destacamos episodios que involucran cuestiones como la maternidad, la vida afectiva y familiar, así como los significados de libertad adoptados y puestos en práctica por estas mujeres. Concluimos que la situación de las mujeres y esclavas atraviesa la experiencia de la fuga a través de particularidades propias de estas cautivas, como el embarazo y la maternidad o la violencia sexual.
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O Observador Constitucional, São Paulo (1828-1831).
O Farol Paulistano, São Paulo (1828-1831).
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